Debate promovido pela Licenciatura em Serviço Social da Universidade Lusófona de Humanidades, das 18:30 às 20:30 horas no Auditório Agostinho da Silva.
Anualmente em todos os continentes, em todos os países, 80 mil mulheres morrem por causa da prática do aborto clandestino e/ou realizado num espaço excluído de assistência médica e social. Em Portugal, calcula-se que este número atinja 18 mil mulheres, segundo o último estudo da Associação para o Planeamento Familiar. A esta mortalidade acrescenta-se a gravíssima taxa de morbilidade. Quotidianamente, em todos os continentes e em todos os países o Serviço Social, pela sua própria identidade profissional, confronta-se com o paradoxo entre o humano e o institucional.
Programa
- “A importância do debate desta problemática para o Serviço Social” – Professora Drª Aida Ferreira, Doutorando em Serviço Social, Directora da Licenciatura em Serviço Social.
- “Despenalização do aborto: uma questão de civilização” – Drª Manuela Tavares, Doutorando em Questões Do Género.
- Historias da penalização” – Maria Antónia Palla, Jornalista
- “O princípio da autodeterminação no Serviço Social e a questão da interrupção voluntária da gravidez” – Professora Doutora Maria José Queiroz, Doutorada em Serviço Social
Moderação
Professora Drª Helena Neves, Mestre em Sociologia.
ULHT - Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
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